30 janeiro 2016
20 janeiro 2016
O Blog Maria Lopes e Grandes Seres é considerado um blog popular nas redes sociais.
Maria Lopes e Grandes Seres considerado um blog relativamente popular nas redes sócias.
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Marialopesde.blogspot.com.br is ranked 328th in the world (amongst the 30 million domains). A low-numbered rank means that this website gets lots of visitors. This site is relatively popular among users in the Brazil. It gets 92.9% of its traffic from the Brazil "A obra de Adonias Filho, tem por personagens de ascendência africa e indígena" .
A vida
Adonias Aguiar Filho nasceu na Fazenda São João, em Itajuípe, Bahia, a 27 de novembro de 1915. Filho de Adonias Aguiar e de Rachel Bastos de Aguiar, Adonias Filho iniciou seus estudos na terra natal, tendo concluído o curso secundário no Ginásio Ipiranga, em Salvador, em 1934.
No mesmo ano, ingressou no curso superior de jornalismo na capital baiana.
Transferiu-se, em 1936, para o Rio de Janeiro, à época, capital Brasileira. Ali, sua atuação profissional – jornalista, crítico literário e escritor - foi potencializada e ganhou visibilidade nacional.
Adonias Filho faleceu em sua fazenda no distrito de Inema, em Ilhéus, em 2 de agosto de 1990.
O jornalista
No Rio de Janeiro, Adonias Filho ampliou sua carreira jornalística, colaborando no Correio da Manhã.
Colaborou também no Estado de S. Paulo e na Folha da Manhã, de São Paulo, e no Jornal do Commercio, do Rio de Janeiro.
Foi eleito vice-presidente da Associação Brasileira de Imprensa (1966); membro do Conselho Federal de Cultura (1967, reconduzido em 1969, 1971 e 1973); presidente da Associação Brasileira de Imprensa (1972); e presidente do Conselho Federal de Cultura (1977-1990).
O crítico literário
Adonias Filho foi crítico literário dos Cadernos de Hora Presente, de São Paulo (1937); também de A Manhã (1944-1945); do Jornal de Letras (1955-1960); e do Diário de Notícias (1958-1960).
Foi nomeado diretor da Editora A Noite (1946-1950); diretor do Serviço Nacional de Teatro (1954); diretor da Biblioteca Nacional (1961-1971); respondeu também pela direção da Agência Nacional, do Ministério da Justiça.
O escritor literário
Originário da zona cacaueira do sul da Bahia, Adonias Filho retirou desse ambiente o material para a sua obra de ficção, a começar pelo seu romance de estréia, “Os servos da morte”, publicado em 1946.
Adonias Filho faz parte do grupo de escritores que, a partir de 1945 - terceira fase do Modernismo -, se inclinaram para um retorno a certas disciplinas formais, preocupados em realizar a sua obra, por um lado, mediante uma redução à pesquisa formal e de linguagem e, por outro, em ampliar sua significação do regional para o universal.
Foi eleito em 14 de janeiro de 1965 para a Cadeira n. 21 da Academia Brasileira de Letras. Sucedendo a Álvaro Moreyra, foi recebido em 28 de abril de 1965, pelo acadêmico Jorge Amado. Dias Gomes
Adonias Filho também produziu traduções literárias de obras de Willian Faulkner, Virginia Woolf e Graham Greene.
A obra adoniana é permeada por personagens de ascendência africana e indígena, refletindo o ambiente multicultural da região palco de suas ficções. Não raro, há descrições de homens que ostentam coragem e grandes vitórias em disputas por terras, de amores para com índias, de índios que conhecem a mata, de matas em nova disputa, de vidas bucólicas em torno do ouro (cacau), ali abundante.
A criação literária de Adonias Filho é marcada por belas pinturas mentais, típicas de sua forma de descrever paisagens cênicas, que servem de leito ao mundo trágico de seus personagens.
Adonias Aguiar Filho nasceu na Fazenda São João, em Itajuípe, Bahia, a 27 de novembro de 1915. Filho de Adonias Aguiar e de Rachel Bastos de Aguiar, Adonias Filho iniciou seus estudos na terra natal, tendo concluído o curso secundário no Ginásio Ipiranga, em Salvador, em 1934.
No mesmo ano, ingressou no curso superior de jornalismo na capital baiana.
Transferiu-se, em 1936, para o Rio de Janeiro, à época, capital Brasileira. Ali, sua atuação profissional – jornalista, crítico literário e escritor - foi potencializada e ganhou visibilidade nacional.
Adonias Filho faleceu em sua fazenda no distrito de Inema, em Ilhéus, em 2 de agosto de 1990.
O jornalista
No Rio de Janeiro, Adonias Filho ampliou sua carreira jornalística, colaborando no Correio da Manhã.
Colaborou também no Estado de S. Paulo e na Folha da Manhã, de São Paulo, e no Jornal do Commercio, do Rio de Janeiro.
Foi eleito vice-presidente da Associação Brasileira de Imprensa (1966); membro do Conselho Federal de Cultura (1967, reconduzido em 1969, 1971 e 1973); presidente da Associação Brasileira de Imprensa (1972); e presidente do Conselho Federal de Cultura (1977-1990).
O crítico literário
Adonias Filho foi crítico literário dos Cadernos de Hora Presente, de São Paulo (1937); também de A Manhã (1944-1945); do Jornal de Letras (1955-1960); e do Diário de Notícias (1958-1960).
Foi nomeado diretor da Editora A Noite (1946-1950); diretor do Serviço Nacional de Teatro (1954); diretor da Biblioteca Nacional (1961-1971); respondeu também pela direção da Agência Nacional, do Ministério da Justiça.
O escritor literário
Originário da zona cacaueira do sul da Bahia, Adonias Filho retirou desse ambiente o material para a sua obra de ficção, a começar pelo seu romance de estréia, “Os servos da morte”, publicado em 1946.
Adonias Filho faz parte do grupo de escritores que, a partir de 1945 - terceira fase do Modernismo -, se inclinaram para um retorno a certas disciplinas formais, preocupados em realizar a sua obra, por um lado, mediante uma redução à pesquisa formal e de linguagem e, por outro, em ampliar sua significação do regional para o universal.
Foi eleito em 14 de janeiro de 1965 para a Cadeira n. 21 da Academia Brasileira de Letras. Sucedendo a Álvaro Moreyra, foi recebido em 28 de abril de 1965, pelo acadêmico Jorge Amado. Dias Gomes
Adonias Filho também produziu traduções literárias de obras de Willian Faulkner, Virginia Woolf e Graham Greene.
A obra adoniana é permeada por personagens de ascendência africana e indígena, refletindo o ambiente multicultural da região palco de suas ficções. Não raro, há descrições de homens que ostentam coragem e grandes vitórias em disputas por terras, de amores para com índias, de índios que conhecem a mata, de matas em nova disputa, de vidas bucólicas em torno do ouro (cacau), ali abundante.
A criação literária de Adonias Filho é marcada por belas pinturas mentais, típicas de sua forma de descrever paisagens cênicas, que servem de leito ao mundo trágico de seus personagens.
15 janeiro 2016
O Blog Maria Lopes e Grandes Seres está classificado entre os trezentos mais visitados em 30 milhões de domínios na web. Obrigadaaaaaaaaaaa.
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Marialopesde.blogspot.com.br is ranked 293rd in the world (amongst the 30 million domains).
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Obrigada a você caro leitor. Considero não apenas o meu blog (Maria Lopes e Grandes Seres), massim, este é o nosso blog.
Vários amigos participam e colaboração enviado sugestões, envie também a sua proposta de matéria se assim o desejar. email: marialopesdeandrade.lopes034@gmail.com
01 janeiro 2016
Relembra a história de Criméia Schmidt de Almeida, é manter viva a própria história do Brasil.
Tortura nunca mais.
28 dezembro 2015
Paulo Freire foi secretário de Educação no Município de São Paulo.
Paulo Freire foi secretário de Educação no Município de São Paulo.
O educador apresentou uma síntese inovadora das mais importantes correntes do pensamento filosófico de sua época, como o existencialismo cristão, a fenomenologia, a dialética hegeliana e o materialismo histórico. Essa visão foi aliada ao talento como escritor que o ajudou a conquistar um amplo público de pedagogos, cientistas sociais, teólogos e militantes políticos.
A partir de suas primeiras experiências no Rio Grande do Norte, em 1963, quando ensinou 300 adultos a ler e a escrever em 45 dias, Paulo Freire desenvolveu um método inovador de alfabetização, adotado primeiramente em Pernambuco. Seu projeto educacional estava vinculado ao nacionalismo desenvolvimentista do governo João Goulart.
A carreira no Brasil foi interrompida pelo golpe militar de 31 de março de 1964. Acusado de subversão, ele passou 72 dias na prisão e, em seguida, partiu para o exílio. No Chile, trabalhou por cinco anos no Instituto Chileno para a Reforma Agrária (ICIRA). Nesse período, escreveu o seu principal livro: Pedagogia do Oprimido (1968).
Em 1969, lecionou na Universidade de Harvard (Estados Unidos), e, na década de 1970, foi consultor do Conselho Mundial das Igrejas (CMI), em Genebra (Suíça). Nesse período, deu consultoria educacional a governos de países pobres, a maioria no continente africano, que viviam na época um processo de independência.
No final de 1971, Freire fez sua primeira visita a Zâmbia e Tanzânia. Em seguida, passou a ter uma participação mais significativa na educação de Guiné-Bissau, Cabo Verde, São Tomé e Príncipe. E também influenciou as experiências de Angola e Moçambique.
Em 1980, depois de 16 anos de exílio, retornou ao Brasil, onde escreveu dois livros tidos como fundamentais em sua obra: Pedagogia da Esperança (1992) e À Sombra desta Mangueira (1995). Lecionou na Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) e na Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP). Em 1989, foi secretário de Educação no Município de São Paulo, sob a prefeitura de Luíza Erundina.
Freire teve cinco filhos com a professora primária Elza Maia Costa Oliveira. Após a morte de sua primeira mulher, casou-se com uma ex-aluna, Ana Maria Araújo Freire. Com ela viveu até morrer, vítima de infarto, em São Paulo.
Doutor Honoris Causa por 27 universidades, Freire recebeu prêmios como: Educação para a Paz (das Nações Unidas, 1986) e Educador dos Continentes (da Organização dos Estados Americanos, 1992).
http://educacao.uol.com.br/biografias/paulo-freire.htm
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